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Como sarar as feridas de um abuso sexual e vencer a depressão

Como sarar as feridas de um abuso sexual e vencer a depressão
Fabricante: Editora GARCIA
Modelo: 978-85-65490-07-8
Disponibilidade:
Frete Gratis
Preço: R$ 21,00

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Como sarar as feridas de um abuso sexual e vencer a depressão

COMO SARAR AS FERIDAS DE UM ABUSO SEXUAL E VENCER A DEPRESSÃO

15X21 - 92 PÁGINAS

Este livro não é um passatempo!
As informações nele contidas caracterizam um grito de liberdade da autora Paula Juliana Berssoty, uma mulher corajosa que conseguiu se libertar dos traumas derivantes de abusos sexuais, sofridos durante toda a sua infância.
O seu objetivo é ajudar as pessoas que foram vítimas de pedofilia, estupro e abusos sexuais em geral, a recomporrem suas vidas, principalmente no que diz respeito à parte emocional.
Além disso, este livro pode ser considerado como um manual que orienta pais a cuidar melhor de seus filhos, impedindo que estes sejam adotados por um pedófilo.
E por fim, é uma denúncia e um alerta às autoridades, para que combatam com mais intensidade essa prática, que rouba a infância de milhões de crianças e destrói a vida de milhões de mulheres.

PAULA JULIANA BERSSOTY

Nasceu na cidade de São Gabriel/RS.
Atualmente vive com sua familia na cidade de Portão/RS.
Por ter tido a infância roubada por dois pedófilos, sendo vítima de abusos sexuais nesse período de sua vida, e por ter superado os traumas, decidiu escrever este livro para ajudar todos aqueles que são vítimas de pedofilia, estupro, depressão e de outros problemas derivantes desses terríveis males.

“A vida é como um livro com páginas em branco, sobre o qual escrevemos ao longo de nossa existência. Tudo começa e termina com nós mesmos sendo autores de nossa própria história.”
Paula J. Berssoty


Entrevista realizada no quadro "BATE PAPO COM O AUTOR" em 19 de Novembro de 2012

GARCIA edizioni.: - Como surgiu a ideia de escrever "Como sarar as feridas de um abuso sexual e vencer a depressão?"

Paula Juliana Berssoty.: -  A ideia  surgiu  primeiramente para deixar  de  herança  para  minha filha alguns ensinamentos para que  no  futuro ela  possa também ensiná-los aos meus  netos, orientando-os como se defenderem   dos  pedófilos,  segundo  decidi  transformar  minha dor  em  um  bem- estar social com  o objetivo  de  ajudar  as  vítimas  de  abuso.

GARCIA edizioni.: - O que foi mais difícil: começar ou terminar o livro?

Paula Juliana Berssoty.: -  O  começo  foi difícil, pois  reviver  o passado  dolorido  é massacrante.

GARCIA edizioni.: - Houve algum momento em que você sentiu dificuldades para continuar escrevendo? Se a resposta é sim, o que a fez se reanimar e seguir em frente?

Paula Juliana Berssoty.: - Não houve  nenhum em que eu quis desistir.

GARCIA edizioni.: - O abuso sexual na infância é um trauma que causa danos incalculáveis. É possível escrever sobre isso de forma totalmente objetiva, sem que as emoções venham à tona?

Paula Juliana Berssoty.: -  Tive muitas dificuldades para escrever o livro devido à emoções  negativas que vieram à tona, mas confiei que tudo daria certo e aì está a obra concluída

GARCIA edizioni.: - De onde você colheu material para se embasar e escrever?

Paula Juliana Berssoty.:  O livro  é  uma  autobiografia  de 92  páginas com conteúdos muito fortes. Tirei lições importantes da dor que sofri. O material é parte  da minha experiência pessoal e de casos  que acompanhei  sobre  abuso  sexual.

GARCIA edizioni.: - Você pensa que encarar o trauma é necessário para que a pessoa se recupere dos sentimentos de culpa, vergonha e abandono que costumam surgir?

Paula Juliana Berssoty.:  Sim,  tem  que  enfrentar  situação  por  mais dolorida que ela seja. A cura está  em  desabafar, abrir  o coração   e  não  se  calar  naa hora de  procurar   ajuda. Em meu livro ensino como podemos dar o primeiro  passo através da  '' Terapia  do espelho''.

GARCIA edizioni.: - O que você sentiu ao concluir o livro?

Paula Juliana Berssoty.:  Sensação  de  liberdade. Estava presa a um  passado  dolorido  que  hoje  é uma  página  virada em minha  vida. Muitas  vezes   a idade  não cura  o  trauma, podemos  estar  com  80 anos  que  a  dor  continua  a nos  atormentar. A melhor  maneira   é  abrir  o  coração.

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