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Biopoética

Biopoética
Fabricante: Editora GARCIA
Modelo: 978-85-5512-096-1
Disponibilidade:
Preço: R$ 20,00

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Biopoética

82 PÁGINAS | 14X21

Biopoética é uma obra de quatro capítulos, sendo que em cada um desses capítulos é descrita a relação entre o autor e a convivência com tipos diferentes de amor, que são apresentados em quatro faces distintas.

No capítulo 1º , “Vastas Noites”, trata-se das aventuras errantes ou não entre o autor e a forma mais superficial do amor: a relação passional entre duas pessoas.
No capítulo 2º , ‘‘ Confraria’’, o amor fraternal, ou seja, entre o autor e sua família e amigos é tratado.
O capítulo 3º, ‘‘1+1= 3’’, a vida e o amor relacionado à união entre duas pessoas é o foco, e o título do capítulo faz alusão ao fruto gerado por esse tipo de amor: um filho.
O 4º e último capítulo, ‘‘ Pedro, logo existo’’, é o desfecho como sendo o suprassumo do ato de amar, que é a relação pai e filho, condicionando o título do capítulo ao êxito no ato do amor, que atrela o nome do filho ao ápice da trivialidade do que seria o amor. O êxito amoroso, enfim.
 
RICARDO CEDOVIM
 
Ricardo Luiz Melo Cedovim é paulistano, 31 anos, nascido em 8 de novembro de 1984 na Zona Leste de São Paulo e depois mudando-se para a Zona Sul. 
Vivera desde os onze anos com as duas irmãs mais velhas, Laura e Viviane, cuja relação perpassou a de meros irmãos. Formavam uma espécie de clã, elucidados desde sempre que um precisaria do outro para a sobrevivência, nas zonas periféricas do lado Sul da cidade de São Paulo.
Mesmo depois de adultos, não se distanciaram. Trabalharam no mesmo local, mudaram-se para a mesma cidade interiorana anos depois, e hoje ainda seguem suas vidas, em casas separadas, porém muito próximas. 
A vida no interior, hoje, é incomparavelmente distante da levada quando criança, entretanto o Parque Santo Antonio, Vila Remo, Jd Mazza, Ranieri, PQ novo Sto Amaro, .Nakamura, e tantos outros bairros, permanecem dentro da ótica do autor, sempre emergidos em um verso e outro, independente do assunto.
Raízes são raízes, quer a planta tenha deixado o vaso e ido para a floresta ou não. São inegáveis. Compõem nossa essência. 
A vida familiar atual, casado, a vida familiar da meninice, a vida profissional de hoje, em sala de aula, lidando com feições e personalidades distintas e múltiplas, são os motivos da escrita, são os parceiros da lira, além, claro, de Pedro, o pequeno sujeito cujo representa seu trabalho mais duro, porém o mais prazeroso.
A paternidade preencheu lacunas que o tempo e as circunstâncias escancararam e pareciam impreenchíveis.
A ideia do livro surge anos após a prática da escrita, prática quase terapêutica de forma natural, sem autocobrança, como metas de número de palavras escritas por dia e outras “fórmulas mágicas do sucesso”.
 
‘‘O ato de escrever tem que necessariamente ser prazeroso, não o sendo, perde-se a razão de fazê-lo.’’
(Luiz Cedovim)

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