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Contos cor de rosa

Contos cor de rosa
Fabricante: Editora GARCIA
Modelo: 978-85-5512-212-5
Disponibilidade:
Preço: R$ 23,00

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Contos cor de rosa

FORMATO 14X21 | 108 PÁGINAS

Bem-vindo ao mundo cor de rosa, historias reais de pessoas LGBT e garotas de programas. O berço a infância, adolescência e ate os dias de hoje e o dia que aconteceu a primeira relação, o preconceito na família, na escola, no trabalho e na sociedade.

Amores e desamores, o lado humano seus sentimentos, humilhações, doenças, as pauladas na rua no dia a dia, mas também muitas diversões, alegrias e relações ardentes, picantes e muita Sacanagem.

Qual a diferença, aquela que fica nas esquinas com a cara a tapa, ou a casada que fez tudo como manda  o figurino , e depois trai seu parceiro. Não vou fazer apologia, que acho bonito duas pessoas do mesmo sexo se beijando em lugares não apropriados, assim como os héteros também.

Meu livro tem sacanagem, por que putária é o rombo na Petrobrás onde colocam no nosso cú sem dó e a seco, a falta d’água por culpa dos nossos governantes. E lideres religiosos praticando pedófelia, outro prometendo milagres em troca de dízimos e outras fazendo cirurgias espirituais pedindo pra comprar receitas caríssimas etc. Como já dizia o poeta, ”Brasil! Mostra a tua cara”.

SOBRE O AUTOR

Eu, Márcio Câmara, hétero, filho de portugueses da Ilha da Madeira, nasci em uma periferia muito atrasada e pobre. Tive um berço muito pesado, ruim, racista, machista e cheio de preconceitos. Na adolescência, fui modelo fotográfico, formação SENAC e cursei cabeleireiro mas não concluí. No curso tinha uma bicha que hoje é famosíssima, mas atualmente no meu táxi fingiu não me reconhecer. Eu brinco: bicha pobre já é metida, imagina bicha rica (kkkkk).
Trabalhei como motorista por três anos no SBT. Em meu preconceito, convivi com todo o tipo de pessoas, inclusive muitos Gays onde eu os mantinha à distância. Uma vez, um gay me perguntou: ‘‘Você é entendido?’’ Respondi: ‘‘Sim’’, pensando que aquilo era ser hétero comedor, pegador. Me fodi, não era, mas passou.
Hoje, com 48 anos e taxista há dez anos em SP, tenho uma vivência muito grande com todos os tipos de pessoas e comportamentos, uma sociedade cheia de formalidades, conceitos e moralismo, mas que na verdade se esconde atrás de mentiras e mistérios.

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