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Como seria o Brasil socialista?

Como seria o Brasil socialista?
Fabricante: Editora GARCIA
Modelo: 978-85-5512-091-6
Disponibilidade:
Preço: R$ 28,00

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Como seria o Brasil socialista?

FORMATO 14X21 | 148 PÁGINAS

O objetivo central deste trabalho é preencher uma lacuna, que entendemos como primordial, no quadro da disputa ideológica que se dá no Brasil, principalmente do lado da esquerda: a falta de um projeto para o país. Além de todas as pessoas que se interessam pela questão das diferentes formas de organização econômica e social e os inconformados coma nossa desigualdade, os destinatários prioritários desta obra são todos os militantes, de quaisquer partidos, ou sem partido, que se propõem a fazer do Brasil um país socialista. Entendemos que é muito difícil convencer outras pessoas a aderir a uma determinada causa sem ter clareza dessa causa. O que observamos, atualmente, é a militância dos partidos socialistas conhecerem parcialmente as experiências de outros países e nenhuma clareza do seu projeto. 
Além disso, a definição mais pormenorizada da nossa proposta é de vital importância para se fazer a sua propaganda. Como se pode convencer a uma pessoa que, no socialismo, a sua vida será diferente sem esclarecer que diferença é essa? A grande maioria das pessoas não tem a noção nem do que é socialismo. Algumas acham que deve bom por que as pessoas que o defendem estão do lado do povo. Outras já não gostam por que “dizem” que, no socialismo, as pessoas não têm direitos e são obrigadas a só fazer o que o governo quer. É necessário mostrar para o cidadão comum, que a sua vida vai melhorar em muitas questões tais como: na saúde da sua família, na educação, nas condições de moradia, estabilidade no emprego, etc... E de que forma serão tratadas cada uma dessas questões em outro tipo de sociedade?
 
WELIGTON HENRIQUE DA SILVA nasceu em 1959, na cidade do Rio de Janeiro, onde morou desde a sua infância até os 35 anos. A partir de então, mudou-se para a cidade de Angra dos Reis, onde reside até a presente data. Atualmente é casado e tem uma filha. É arquiteto formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro em 1984. Profissionalmente, trabalhou como autônomo desde a sua formação até 1990. A partir desse ano, ingressou através de concurso público na Prefeitura Municipal de Angra dos Reis, onde trabalha até a presente data. Nessa instituição, atuou em várias secretarias: Secretaria de Planejamento (atual Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano); Secretaria de Cultura, Esporte e Turismo; Secretaria de Habitação; Secretaria de Obras e Defesa Civil Municipal. Na maior parte do tempo (inclusive, atualmente), esteve trabalhando no Programa de Regularização Fundiária.
Politicamente, participou, na época de faculdade (1979 a 1983), do Movimento Estudantil. Participou do Movimento Comunitário, nas associações de moradores da Vila da Penha (1983 a 1986) e de Anchieta (1990 a 1991), ambas na cidade do Rio de janeiro. Também atuou no Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas do Estado do Rio de Janeiro (SARJ) entre os anos de 1985 e 1994, fazendo parte da sua diretoria por duas gestões. Representou o SARJ na Plenária Pró Participação Popular na Constituinte.
Foi filiado e militante do Partido dos Trabalhadores – PT entre os anos de 1983 e 1994, participando de várias gestões de diretórios zonais e por uma gestão do Diretório Municipal do Rio de Janeiro. Em dezembro de 1994, pediu desfiliação por acreditar que o partido tinha abandonado o objetivo pelo qual foi criado. Atualmente está sem filiação partidária.

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