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Flor do sertão

Flor do sertão
Fabricante: Editora GARCIA
Modelo: 978-85-5512-116-6
Disponibilidade:
Preço: R$ 26,00

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Flor do sertão

FORMATO 16X23 | 152 PÁGINAS

[...]Numa manhã, enquanto o capitão acordava o sertão, a Rosa costurava a colcha de um destino não sonhado. Meiga, de poucas sardas e como dito, olhos caramelos, que saltavam frente à face encantadora de uma menina presa pelas consequências que a vida lhe propusera.[...]

[...]Pés descalços, passos acelerados. Ainda lhe sobravam resquícios e sentimentos inversos. A rosa resgatada em seu último suspiro. Madeixas mal tratadas, um vestido de chita. Estatura mediana, corpo acentuado. A menina já esculpia uma formosa mulher, mesmo coberta por uma densa camada de espinhos.[...]

SOBRE O AUTOR

José Leonardo Garcia é bacharel em Comunicação Social pelo Centro Universitário Senac. Escritor desde cedo, nascido no povoado Raspador pelos confins da Cidade de Ribeira do Amparo, interior da Bahia. Terceiro entre quatro irmãos. É dono de uma poesia incontrolável que preenche o que escreve. Faz uso de suas vivências, experiências na criação de seus personagens e suas histórias. A publicidade entrou em sua vida quase sem querer com a necessidade de um curso presencial. A escolha atingiu em alvo seus objetivos, porque essa vontade de criar, imaginar, reinventar, traduzir cada ideia em projetos que alcançassem o público, trazia àquele jovem do interior do sertão, o profissionalismo de estruturar e estabelecer regras, na construção de seus trabalhos, o que futuramente lhe traria o amadurecimento para revirar os “baús” de uma escrita sem molduras e garimpar mais uma vez, o seu maior desejo: tornar-se um escritor aclamado por seus leitores e pela crítica.
Como disse o autor, certa vez:
“Carrego uma bagagem espessa de sentimentos, tradições e lembranças. Nasci entre o chão e as árvores secas que enfeitam desde muito tempo o sertão. Eu vivi entre os cantos, cantos de um lugar de mágoas maquiado pela cor de seus costumes e dos retalhos entre o sol e as noites de São João. Aprendi o valor da poesia vivenciada, poesia que germinava pelas estradas, nas ruas de casas simples, na capela com sua reza, no alto do imbuzeiro. Poesia que se encarna, se desdobra, sem palavras escritas, sem versos nem cordel, por linhas incertas, cortando o tempo, colando estrelas pelo mundo a girar, rodopiar feito pião.”

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